18 de agosto de 2021

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Sete principais investidores na América Latina descrevem o que impulsiona a região: segunda parte

Participaram da pesquisa Nyatta, do SoftBank; Antoni, da ALLVP; Bengolea, da Fen Ventures; Van Thienen, da Founders Fund; Fernandez, da Endurance; Maciel, da Volpe Capital; e Lustig, da Magma.

Miami — Na segunda parte desta pesquisa com investidores, estendemos nosso alcance a mais sete investidores na América Latina. Assim como na primeira parte, alguns buscam startups nos estágios inicial, ao passo que outros buscam empresas mais maduras.

Embora a região esteja aquecida recentemente, muitos dos investidores com quem conversamos ainda veem a América Latina como muito incipiente no que diz respeito a atividades de startups, com muitas oportunidades a serem descobertas. Enquanto alguns enxergam uma saturação em mercados como o de fintech, outros acreditam que isso é apenas o começo. Na verdade, Nathan Lustig, da Magma Partners, no Chile, monitora possíveis oportunidades: “temos uma grande lista de startups que adoraríamos ver alguém construir e que adoraríamos financiar. Se algum possível fundador estiver buscando ideias, sinta-se à vontade para entrar em contato; adoraríamos compartilhar algumas de nossas ideias”, disse ele à Bloomberg Línea.

Para a pesquisa a seguir, a Bloomberg Línea entrou em contato com investidores da região ou aqueles que investem nela para saber como veem o ecossistema de startups da América Latina hoje e para onde ele está indo. Esta pesquisa tem duas partes, e a primeira parte está aqui. Os seguintes investidores participaram da segunda parte:

Parte 2:

Shu Nyatta, sócio-gerente, SoftBank Latin American Fund, EUA

Federico Antoni, fundador, ALLVP, México

Cristóbal Silva Bengolea, Fen Ventures, Chile

Matias Van Thienen, presidente, Founders Fund, EUA

Pablo Fernandez, sócio, Endurance Ventures, Chile

André Maciel, Volpe Capital, Brasil

Nathan Lustig, sócio-gerente, Magma Partners, Chile

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